Os 20 sintomas mais e menos comuns na gravidez

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Os mais comuns

Náuseas, vômitos e tonturas: eles aparecem em mais da metade das gestantes especialmente nos três primeiros meses e são provocados por alterações hormonais. Podem ser combatidos com mudanças na alimentação, como uma dieta mais fracionada e a diminuição na ingestão de alimentos muito gordurosos.
Azia: também está ligada a atuação de hormônios que agem nessa fase da vida e deixam a digestão mais lenta e ao acúmulo de gases no estômago. Podem ser tratadas com a ajuda de alterações alimentares e com o uso de um travesseiro mais alto.

Salivação em excesso: muitas gestantes nem se dão conta do que exatamente está acontecendo, mas se sentem incomodadas com o excesso de líquido acumulado na boca. Trata-se de mais um quadro que pode ser beneficiado com refeições menores e mais frequentes, aliadas à ingestão de líquidos frios e em pequenas doses.
Flatulência e constipação: o excesso de gases surge por causa da ação de hormônios que deixam o funcionamento intestinal mais lento e a redução na ingestão de verduras e legumes crus fora de casa por causa do risco da toxoplasmose e na realização de atividades físicas. Já a dificuldade de evacuar acontece porque o útero dilata, comprimindo o intestino e a progesterona deixa o funcionamento intestinal mais lento.

Cólicas e dores abdominais: se a intensidade do incômodo for leve, não há razão para preocupação, pois elas normalmente são provocadas pelo aumento do tamanho do útero e o acúmulo de líquidos no órgão. Mas se elas forem muito frequentes ou fortes ou simplesmente estiverem sendo razão de preocupação, valem uma conversa com o médico.
Problemas urinários: é normal que o número de vezes que a mulher vá ao banheiro aumente com o crescimento do feto e a consequente compressão da bexiga, mas dor ou sangue ao urinar, assim como a elevação exagerada das micções com pequenas quantidades de urina são fatos que devem ser reportados ao especialista.

Dor ou tensão nas mamas: elas são comuns desde o início da gestação em graus variáveis por causa do aumento de circulação na região e, consequentemente, do seu maior volume. Recomenda-se usar sutiã com boa sustentação e no caso de persistência ou dúvida conversar com o profissional. Também não se espante se a cor das auréolas ficar mais escura, o que costuma ser amenizado após o parto .

Corrimento vaginal: se ele for leitoso, sem cheiro e sem cor é normal por causa das alterações hormonais e o aumento de fluxo sanguíneo nessa parte do corpo durante a gestação. Se apresentar outras características, é bom falar com o seu médico.

Inchaço nas pernas e pés: as mudanças hormonais alteram o retorno venoso durante a gravidez, o que leva à elevação na retenção de líquidos. Além disso, há o aumento do tamanho do útero, o que comprime os vasos da região pélvica, piorando o quadro.

Dor nas costas: elas aparecem especialmente por causa do aumento do peso da barriga e a mudança no eixo de gravidade do corpo. Usar sapato de salto baixo e tomar cuidado com a postura ajuda a evitá-la. Na crise, compressas quentes são bem-vindas.

Os menos comuns
Hemorroidas: elas acontecem em 15% das gestantes e são provocadas pela compressão dos vasos sanguíneos da região pélvica causada pela expansão do útero. Ao mesmo tempo, a maior produção de progesterona pode levar à prisão de ventre, o que favorece o seu aparecimento.

Falta de ar: é decorrente do aumento uterino ou mesmo da ansiedade exagerada da gestante . Em pequena quantidade é normal, mas se ficar muito intensa ou atrapalhar a rotina, o obstetra deve verificar se não está sendo causada por outro problema.

Sangramento gengival: ele costuma acontecer porque as grávidas têm mais tendência a desenvolver gengivite por causa do aumento dos níveis hormonais, o que torna os tecidos gengivais mais suscetíveis às irritações provocadas pela placa bacteriana.

Varizes: trata-se de mais um sintoma causado pelo aumento do abdômen da mulher que faz mais pressão sobre os vasos da pelve, provocando o seu aumento e, por tabela, alterando os vasos das pernas. A elevação na circulação sanguínea característica da gestação e o ganho excessivo de peso podem piorar o problema.

Manchas escuras no rosto: conhecidas como cloasmas gravídicos, elas aparecem porque os hormônios da gravidez deixam a pele mais sensível à pigmentação quando é exposta ao sol, especialmente sem protetor adequado.

Câimbras: elas costumam surgir a partir do segundo trimestre, quando a barriga já está maior e pesa sobre os músculos. No terceiro trimestre o feto ainda utiliza o cálcio da mãe para construir o seu esqueleto, o que piora o quadro. Alongar e massagear o músculo contraído alivia o incômodo.

Estrias: o estiramento rápido e excessivo da pele e as alterações hormonais da gestação podem romper as fibras de colágeno da pele, o que provoca as marcas. Hidratar bem o tecido e evitar ganhar muito peso durante os nove meses ajuda a evitar o problema.

Anemia : alterações no volume e na composição do sangue favorecem o surgimento dessa doença. Mudar o cardápio acrescentando mais alimentos que são fontes de ferro e investir na reposição desse mineral pode corrigí-la.

Desmaio e sensação de fraqueza: esses sintomas podem surgir quando a gestante fica muito tempo sem comer ou faz movimentos muito bruscos. Na hora da crise o ideal é sentar-se com a cabeça baixa ou deitar-se do lado esquerdo e respirar profundamente.

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